5 coisas “estranhas” que todos nós fazemos

Não importa o quanto você se julgue normal, sempre existe uma pitada de esquisitice em todos nós. Essas são 5 coisas “estranhas” (ou sem motivo aparente) que nós fazemos.

 

1- Mentir

Pessoas mentem, ponto. Às vezes por motivos ruins, as vezes pelos melhores, mas todo mundo mente às vezes. A verdade é que nem os cientistas sabem o motivo de mentirmos, mas eles sabem que é algo comum e que está ligados a inúmeros fatores psicológicos, como a auto-estima, por exemplo. Estudos indicam que quando a auto-estima de alguém é ameaçada, as chances dessa pessoa mentir mais (e o tamanho da mentia) aumentam significantemente.

De maneira geral, as pessoas mentem para facilitar algumas situações sociais. Isso inclui mentir para não ferir os sentimentos de outra pessoas ou mentir para evitar conflitos.

Mentiras descaradas (como inventar algo ou falsificações) ocorrem quando as pessoas estão tentando evitar uma punição por algo que fizeram.

 

2- Alterar nossos corpos

 

Só nos EUA, em 2015, foram gastos mais de 13.5 bilhões de dólares em cirurgias plásticas e procedimentos estéticos não-cirúrgicos.

Alguns psicólogos dizem que as pessoas acreditam que se elas forem mais bonitas, elas se sentirão melhor e mais felizes.
3- Esquecer coisas que não deveríamos

 

Esquecer algumas coisas é algo normal, mas esquecer coisas que você DEVERIA saber, como o motivo de ter entrado em uma loja ou o nome do seu filho, isso é estranho, sem dúvidas.

Esses mini-lapsos de memória podem ser causados por falta de sono ou estresse.

 

 

 

4- Ficar entediado

 

TODO MUNDO acaba entediado em algum momento. Mas se você pensar bem, o sentimento de tédio é estranho. Existe um mundo de coisas para serem feitas. Como podemos ficar sem coisas pra nos manter ocupados?

A resposta é que tédio não é a falta do que fazer, mas sim a falta de atividades que causem “excitação neurológica”.

 

5- Pensar sobre a morte

Todos, ou quase todos já pensaram sobre o assunto, e é algo “muito comum e muito natural”, de acordo com estudiosos de Wisconsin.

Embora se tornar obcecado pela própria mortalidade seja estranho, as pessoas podem pensar sobre isso as vezes graças aos nossos sofisticados cérebros, que eventualmente questionam e contemplam a inevitabilidade da morte.

lucascthulhu@gmail.com'

Apesar de odiar tirar fotos, Lucas é um cara simples: Se algo pode fazê-lo rir, chorar ou se arrepiar, ele estará lá. Amante dos trabalhos de Junji Ito e de cookies, ele prefere canetas do que teclados na hora de escrever, além de gostar de retrucar a opinião de técnicos profissionais de futebol americano no seu tempo livre (mesmo sabendo que eles são profissionais). Ele odeia falar de si próprio na terceira pessoa, mas pode abrir exceções de vez em quando. (sacaram o que eu fiz aqui? xD)

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