5 Hábitos Brutais das Hordas da Mongólia

Todo mundo sabe que Genghis Khan foi um dos maiores conquistadores da história, dominando um território maior do que qualquer outro conquistador da história.

Seus guerreiros mongóis varreram a Ásia, aniquilando todos exércitos no seu caminho; No final da sua jornada, eles haviam assassinado 10% da população mundial. O estilo de vida das hordas da Mongólia era brutal, e esses são alguns exemplos.
1- Um Mongol podia ter 30 esposas

 

Os mongóis levavam traição bem a sério. Se um mongol pego com uma mulher casada, seus lábios eram cortados. Se eles estivessem na cama juntos, ele podia ser morto, e se ele fosse pego com uma virgem solteira, os dois não teriam como escapar da morte certa.
Contudo, se ele se casasse com elas, um homem poderia ter quantas esposas quisesse, ou melhor, quantas pudesse comprar. Havia um dote a ser pago por cada uma, assi mcomo também era esperado que ele desse uma cabana somente dela para ela viver. Alguns mongóis possuíam 30 mulheres, e os Khan possuíam até mesmo centenas.

 

 

 

2- Guerra Psicológica

 

Se os mongóis foram assassinos tão eficientes porque além de fisicamente brutais, eles também atacavam o psicológico inimigo.

Seria meio complicado simplesmente ir e bater na Ásia inteira, então se houvesse a chance de algum inimigo se render, evitando assim a morte de guerreiros dos dois lados, isso era muito apreciado. O segredo mongol era sempre ocultar o seus números.

Se o exército inimigo era maior, ele colocavam bonecos em cavalos que haviam de sobra, assim como acendiam mais fogueiras em seus acampamentos, para impor a ilusão de possuírem muitos guerreiros.

Se o exército inimigo era menor, eles cavalgavam em uma única longa fila horizontal, com galhos presos nas suas caudas para criar uma nuvem de poeira atrás deles, dando a impressão de que uma gigantesca horda os seguia.

Por último, eles também carregavam suas “yurts”, casas portáteis que eles podiam armar antes de uma invasão. Primeiro eles montavam as “yurts” brancas, avisando a cidade alvo de que se eles se entregassem, todos seriam poupados. Se a cidade não se entregasse, eles ergiam as tendas vermelhas, aviusando que somente os homens seriam mortos. Caso ainda assim a cidade não se entregasse, as tendas negras eram erguidas, avisando que todos morreriam.

 

 

 

3- As roupas nunca eram lavadas.

 

Eles temiam que lavar suas roupas infectaria a água, infectando os dragões que controlam o ciclo da água, trazendo assim uma maldição para o seu povo. Eles basicamente vestiam a mesma roupa dia após dia, até que ela apodrecesse ao ponto de não poder mais ser usada. Além desse medo, havia um orgulho em brandir o cheiro de sangue e morte. Se algum Khan desse suas vestes para alguém, a honra não estava em possuir as roupas do Khan, mas sim, carregar o seu fedor.
4- Matar nobres era difícil.

 

Eles acreditavam que o sangue continha a alma da pessoa, e que derramar sangue de um nobre sobre a terra conquistada a violaria, então eles precisavam ser criativos.
Sufocamento e afogamento eram coisas típicas, assim como a lenda que diz que Genghis Khan já matou inimigos derramando prata derretida sobre seu rosto, que rapidamente se tornava uma espécie de máscara, matando rapidamente, mas ainda assim dolorosamente, a pobre criatura.

 

 

 

5- Eles catapultavam corpos infectados

Os mongóis provavelmente foram os pais da guerra biológica.
Em suas andanças, eles se encontram tentando invadir a cidade de Caffa, onde os inimigos conseguiram se esconder e resistir aos ataques do exército mongol. Se isso não fosse suficiente, a peste negra começou a se espalhar pelo acampamento mongol, que logo percebeu que não poderia ficar ali para sempre. Eles resolveram catapultar os seus guerreiros que morriam com a peste negra, lançando os corpos para dentro da cidade, através dos muros. Rapidamente a peste se espalhou lá dentro, e alguns dos que conseguiram fugir para o oeste acabaram somente ajudando a espalhar a peste negra pela Europa.

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Apesar de odiar tirar fotos, Lucas é um cara simples: Se algo pode fazê-lo rir, chorar ou se arrepiar, ele estará lá. Amante dos trabalhos de Junji Ito e de cookies, ele prefere canetas do que teclados na hora de escrever, além de gostar de retrucar a opinião de técnicos profissionais de futebol americano no seu tempo livre (mesmo sabendo que eles são profissionais). Ele odeia falar de si próprio na terceira pessoa, mas pode abrir exceções de vez em quando. (sacaram o que eu fiz aqui? xD)

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