5 contos menos famosos (porém fantásticos) de Lovecraft

H.P. Lovecraft, o autor favorito desse homem que vos fala.

Tido por muitos como o maior mestre do horror, Lovecraft escreveu inúmeros contos que desafiaram a noção de realidade. Dentre os seus contos mais famosos, facilmente podem ser destacados “O Chamado de Cthulhu”, “Nas Montanhas da Loucura”, “A Cor que Caiu do Espaço” e outros. Contudo, ainda assim existem contos que não são tão conhecidos, mas são tão fantásticos que merecem ser lembrados em algumas listas perdidas através das eras, assim como essa.

Estes são 5 contos menos famosos (porém fantásticos) de Lovecraft.

 

 

1- Os Gatos de Ulthar

“Dizem que em Ulthar, que se situa além do rio Skai, homem algum pode matar um gato.”

 

“Os Gatos de Ulthar” conta os motivos pelos quais na cidade de Ulthar, nenhum homem pode matar um gato. Será que é apenas o amor pelos animais ou haveria alguma outra motivação sinistra em torno desse evento?

 

 

 
2- Polaris

“Às vezes eu acredito que essa vida menos material é a nossa vida mais verdadeira, e que nossa vã presença no globo terráqueo é por si só a secundária ou um mero fenômeno virtual”

 

Perdido em algum lugar entre sonho e realidade, o protagonista desliza em direção ao penhasco da insanidade, tentando descobrir o que é verdade.

 

 

 

3- O Horror de Dunwich

“Os Grandes Antigos foram, os Grandes Antigos são, e os Grandes Antigos serão. Não nos espaços que conhecemos, mas entre eles. Eles andam de forma serena e primitiva, unidimensionais e invisíveis aos nossos olhos.”

 

Uma cidade no interior, uma família estranha e uma antiga divindade vinda do espaço.
“O Horror de Dunwich” mistura o comum e o surreal em um conto relativamente mais longo do que o comum de Lovecraft e profundamente sinistro.

 

 

 

4- A Música de Erich Zann
“Memórias e possibilidades são sempre mais horrendas do que realidades.”

 

Em uma rua escondida entre prédios, uma melodia atrai um pobre homem que não sabe o que lhe espera. Vida e morte dançam ao som da música de Erich Zann.

 

 

 

5- Ar Frio

“A calma, perdurante beleza vêm apenas nos sonhos, e o mundo jogou fora esse consolo quando começou sua adoração pelo real, abandonando assim os segredos da infância e da inocência.”

Um homem com problemas cardíacos explica porque detesta sopros de ar frio. Sua história envolve um problema cardíaco, um médico genial que insiste em desafiar a morte e claro, ar frio.

lucascthulhu@gmail.com'

Apesar de odiar tirar fotos, Lucas é um cara simples: Se algo pode fazê-lo rir, chorar ou se arrepiar, ele estará lá. Amante dos trabalhos de Junji Ito e de cookies, ele prefere canetas do que teclados na hora de escrever, além de gostar de retrucar a opinião de técnicos profissionais de futebol americano no seu tempo livre (mesmo sabendo que eles são profissionais). Ele odeia falar de si próprio na terceira pessoa, mas pode abrir exceções de vez em quando. (sacaram o que eu fiz aqui? xD)

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